[Case] Um software jurídico que dá suporte às mudanças – Airton Menezes

O SAJ ADV é um software jurídico para gestão completa de escritórios de advocacia. Além de operar em nuvem, o que o torna acessível de qualquer dispositivo, ele automatiza a captura de andamentos processuais e utiliza a inteligência artificial para sugerir tarefas e documentos. Tudo isso, em um layout pensado para facilitar a sua rotina.

Após 15 anos na medicina, Airton virou advogado. Depois de 12 anos com um software, ele mudou para o SAJ ADV

Em 2000, quando começou a estudar Direito como um hobby, o médico Airton Cezar de Menezes, hoje sócio-proprietário, ao lado de Felipe Lückmann Fabro, do escritório Fabro & Menezes, nem podia imaginar que trocaria o consultório pelo escritório, os corredores de hospital pelos dos tribunais e o instrumental cirúrgico por um software jurídico.

Afinal, naquela altura ele já era um bem-sucedido cirurgião de cabeça e pescoço. Desde 1991, quando se formou, havia passado por hospitais de Recife até se fixar, em 1999, em Florianópolis, onde atuava no Hospital de Caridade e no próprio consultório.

Com a carreira consolidada, portanto, nada mais natural do que reservar parte da agenda para explorar aquela curiosidade sobre as leis, que vinha de longa data. E ela não esvaiu-se nas primeiras fases do curso de Direito, mas se intensificou. Em 2005, com o título de advogado em mãos, Airton resolveu dar mais um passo. E então, em 2006, fez o exame da OAB.

E assim, veio também o início da carreira jurídica. Primeiramente, com colegas de trabalho, entre uma cirurgia e outra.

Comecei em pequenos casos, atendia colegas médicos. Até mesmo entre uma cirurgia e outra. Discutíamos contratos simples, como de aluguel, locação, eventuais questões de plano de saúde. Coisas corriqueiras que colegas médicos questionavam.

Gradativamente, o volume de trabalho foi aumentado de proporção. E as assessorias jurídicas informais no corredor do hospital viraram atendimentos completos em um escritório pessoal, onde começou a atuar.



Em 2006, eu tinha uma sala comercial, onde abri meu escritório pessoal. Só eu e uma secretária. Atendia uma tarde por semana. Às sextas-feiras, que tinha livres. Foi crescendo, foi crescendo…

… até se transformar em sua primeira sociedade e na sua nova profissão.

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Carreira jurídica: transição para a advocacia e primeira sociedade

A primeira sociedade de advocacia de Airton se deu ainda no tempo em que dividia a carreira jurídica com a medicina. Criada em 2009 com Flávio Pilar, colega que conheceu em eventos da OAB, chamava-se Menezes & Pilar. Porém, logo Airton teria que fazer uma escolha: 

No ano de 2013, já com dificuldade de ajustar os horários para conciliar tudo isso, – na verdade o dia tem só 24 horas – eu tive que optar por algumas coisas. Foi crescendo essa demanda no Direito. […] Então encerrei as atividades no consultório médico e centro cirúrgico. Sou médico legalmente, mas efetivamente eu deixei de realizar. 

O Menezes & Pilar durou até 2015, quando Airton foi convidado para criar uma nova sociedade. Airton se refere ao convite de Felipe Lückmann Fabro, especialista em Direito Tributário e Comercial, que estava remodelando o escritório. Aceitou. Assim, surgiu o escritório Fabro & Menezes Advocacia.

O Fabro & Menezes

Sediado em Florianópolis, o Fabro & Menezes atua em dois ramos específicos:

Hoje, o escritório tem um total de 8.000 processos, entre os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco. Entre os ativos, são cerca de 3.500, já entre inativos, outros 4.500.

Para fazer a gestão de processos, Airton é categórico: desde o começo, “sempre precisei de um software jurídico”. Antes de chegar ao SAJ ADV, no entanto, ele teve outro sistema.

Desde que abri o escritório como pessoa física […] eu tinha um software. Acho que esse software que não existe mais. Mas foi ele que, desde 2006 até 2018, gerenciou o nosso escritório. 

No entanto, com o passar dos anos e após a venda da empresa fabricante, ele percebeu uma mudança no sistema – que não foi para melhor:

Como a gente vinha percebendo, ele deixou de ter uma atualização constante e necessária. Eventualmente, passou a ter problemas com o tribunal de Santa Catarina, o TJSC. Deixou de consultar os processos daqui. E não havia nenhum empenho para corrigir isso.

Estava clara, portanto, a necessidade: havia chegado a hora de mudar de software jurídico. Então, os sócios começaram a buscar o melhor para ajudá-los. 

A mudança de software jurídico

Para escolher o melhor software jurídico, vários pontos precisam ser levados em consideração. De um lado, há toda a integração das atividades internas do escritório. O sistema precisa ser de fato capaz de orquestrá-las.

De outro, há a integração com os tribunais. Por isso, Airton chama a atenção para o que, embora não goste de qualificar como descaso, vê como uma despreocupação:

[…] Você começa a falar do SAJ, depois você entra no e-proc, e aí você vem falar do PJe, aí alguns estados funcionam com o Projudi. […] O que a gente percebe dos tribunais – não é exceção daqui, mas de todos os tribunais – [é que] não há nenhuma preocupação com o advogado em si, em como vai ser. Eu mudo o sistema de hoje para amanhã, atualizo o software de publicação, e você tem que atualizar o seu Java e isso aqui e aquilo ali. Se o prazo for amanhã e o sistema eletrônico não funcionar, o advogado que se vire. Não vão estender o prazo. Então é assim: eu mexo no meu sistema, e o resto que se adeque, não estou nem aí.   

Se a mediação do Judiciário com o advogado deixa a desejar, no entanto, em um software jurídico ela não pode falhar.

Por isso, Airton recorreu ao amigo Luciano Martins, nosso Coordenador de Desenvolvimento. Era a pessoa certa para lhe apresentar o que havia de mais recente no mercado em softwares jurídicos e, em particular, o SAJ ADV.

Conversei com o Luciano, já estava estudando, namorando com o SAJ ADV. Ele me fez um convite para o ADV Conference de 2018. Foi ali que conheci mais o sistema. […] E foi então que eu fiz a contratação. 

Por que o SAJ ADV é o melhor software jurídico

Para a escolha do SAJ ADV, Airton citou três motivos decisivos. O primeiro foi o fato de ser uma plataforma web e um sistema de gestão em nuvem. O antigo sistema do escritório não era. Por isso, fora do escritório, só podia ser acessado por meio de uma plataforma chamada VPN. Mas isso dependia de uma engenharia complexa, que envolvia internet de alta velocidade. Ou seja, 3G, 4G nem pensar. 

O segundo ponto foi o fator preço. Dentre as opções do mercado, para Airton, o SAJ ADV era a que conseguia aliar os melhores benefícios ao menor custo, o que o tornava perfeito em seu orçamento.

Por fim, o terceiro ponto foi a inteligência artificial:

Nós não encontramos [inteligência artificial] em outro software jurídico. Algo que pudesse auxiliar no agendamento de compromissos, leitura de publicações e montagem de peças e documentos jurídicos

Decidida a ferramenta ideal, era hora, portanto, de colocar a mão na massa.

O SAJ ADV no Fabro & Menezes

1. Como foi a implementação do software jurídico

A implementação de um novo software jurídico em uma banca com 3.500 processos ativos e outros 4.500 inativos não é algo trivial. Mexe profundamente em operações consolidadas, gerando estresse na banca e, não raro, resistência. Airton nota que a sociedade estava completamente ciente disso. Assim:

Claro, toda mudança gera um trauma. Você termina um casamento de 12 anos [com um software jurídico]. Mas isso faz parte da evolução do ser humano, e hoje o pessoal está completamente habituado ao SAJ ADV. 

Isso porque Airton e seu sócio optaram por fazer a transição para o SAJ ADV aos poucos. Então, a banca teve como prioridade transferir os processos ativos e, sob demanda, lançar os processos encerrados, mas que precisam estar no sistema para o caso de alguma consulta.

Assim, embora mantida, a antiga plataforma é usada para fins de arquivamento de dados ainda não transferidos para o SAJ ADV.

2. Análise do 1º ano de uso do SAJ ADV

2.1. Integração com tribunais

Após um ano com o SAJ ADV, o sentimento de Airton, assim como o da banca, é de satisfação. Dentre as funcionalidades preferidas, ele cita a integração com a leitura de Diários de Justiça. De acordo com ele:

Essa é uma ferramenta essencial. Também o fato de o sistema sugerir tarefas, que envolve a inteligência artificial. O fato de a gente ter tudo isso no mesmo lugar, isso é fantástico.  

2.2. Suporte integral

Além disso, Airton não poupou elogios ao suporte do SAJ ADV. Afinal, sua experiência é bem diversa da que tinha com seu antigo software:

Outra coisa que acho essencial, e também nos impressionou bastante, é o suporte que o SAJ ADV dá aos usuários. Nós tivemos 100% de êxito em todos os nossos questionamentos. Não só êxito, como agilidade na resposta. Sempre que buscamos o suporte do SAJ ADV fomos prontamente atendidos. E isso é essencial em um sistema eletrônico. […]. Estão de parabéns. Acho que você não pode vender um sistema se não tem um bom suporte. Eventualmente problemas surgem, e eu acho que aos clientes – como nós aqui também aos nossos – temos que dar todo o suporte. Se o cliente questiona, ele tem que ser atendido. Isso não pode ser deixado para depois. […] A pior coisa é deixar o cliente sem informação ou na sensação de que está abandonado. Foi isso que eu tive no software antigo. O suporte ficou falho depois de 2014, não atendia mais.

2.3. Ganho de tempo

Airton chama a atenção, por fim, ao fato de que a automatização do SAJ ADV proporciona ganho de tempo na advocacia. De acordo com ele:

Temos certeza de que as atividades são mais facilmente executadas. Você consegue ter uma visão geral de todo o escritório. Isso nos ajuda bastante. Quem tem que executar a tarefa, o prazo que tem, o que fez, o que não fez. Nosso gerenciamento melhorou bastante. 

Com o retorno do software jurídico, Airton não tem dúvidas: recomenda 100% o software jurídico. Portanto:

Pode contratar. Estamos extremamente satisfeitos. Entendemos que ainda estamos em um período de adaptação. Mas isso é compreensível. Nós já esperávamos isso. 

Futuro da advocacia: software jurídico será condição

Para Airton, a advocacia, como toda outra profissão, vem sofrendo um impacto bastante grande com o avanço tecnológico. E seu futuro, portanto, está atrelado inexoravelmente a softwares jurídicos, à inteligência artificial e ao machine learning.

O avanço tecnológico, principalmente com a inteligência artificial, é um caminho, infelizmente, não só na advocacia, como em outras profissões, sem volta. Por quê? Porque cada vez mais os custos estão menores na advocacia. É uma guerra de preços. E você tem que otimizar o seu custo. Uma das maneiras de você otimizar o custo é tendo uma plataforma eletrônica que venha a substituir o advogado, que venha a auxiliar você para que o custo da sua hora, do seu tempo, possa ser minimizado. 

Assim, a advocacia tem que caminhar para a automação. Com softwares jurídicos cada vez mais inteligentes, um advogado conseguirá controlar milhares de processos sozinho. Pois o sistema será capaz de ler os processos, interpretar a tese, fazer a petição e protocolá-la com alta margem de acerto.

Além disso, esse mesmo movimento logo chegará à outra ponta do judiciário, acelerando o andamento de toda a instituição. Pois, o juiz também contará com um software inteligente. “E quem não tiver nesse movimento, vai ficar para trás”.

O Fabro & Menezes com certeza irá conosco. E você? Peça uma demonstração!

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