Robôs na advocacia: a inteligência artificial aplicada aos escritórios

A tecnologia desenvolveu ferramentas capazes de automatizar essas tarefas sem a interferência humana. Ou seja, não é preciso um profissional para a execução das atividades.

Como funcionam as tecnologias com robôs na advocacia?

A tecnologia transformou a rotina dos escritórios de advocacia. Afinal, mesmo com uma ampla rede de advogados capacitados, o trabalho de buscar documentos, lê-los e ainda analisá-los pode transformar atividades simples em grandes desafios. No entanto, a evolução da tecnologia e o predomínio da robotização, influenciaram o departamento jurídico, auxiliando e otimizando o dia a dia do advogado. Diante desse cenário, os escritórios podem usufruir de inúmeras vantagens tecnológicas, inclusive com o uso de robôs na advocacia

Para enfatizar a utilização da tecnologia no ramo jurídico, basta analisar as pesquisas positivas de mercado: um estudo realizado pela AB2L (Associação Brasileira de LawTechs e LegalTechs), apostou que a maior demanda da advocacia é por ferramentas tecnológicas.

Com base no mesmo estudo, 95% dos profissionais entrevistados estão abertos a adoção de novas tecnologias. Até porque, os robôs inteligentes oferecem para o mercado soluções alternativas mais rápidas e eficientes do que os processos cotidianos.

Se você ainda não conhece o impacto da tecnologia em escritórios de advocacia, continue lendo para saber o que é a robotização e como a automatização pode influenciar a sua rotina jurídica. Boa leitura!

Afinal, o que é a robotização?

Geralmente, o conceito de robotização pode ser visto como algo padronizado ou programado. Entretanto, essa é uma ideia muito equivocada da função dos robôs na advocacia e no contexto jurídico de modo geral.

Na verdade, a robotização permite que o advogado possa dedicar todo o seu tempo para o exercício da sua profissão, ou seja, para a causa do cliente. Isto porque lhe retira o papel de desempenhar atividades manuais, liberando tempo na rotina para outras demandas. Consequentemente, o profissional pode estreitar a relação com o cliente e solucionar o problema rapidamente.



Para deixar o conceito da robotização claro, podemos defini-lo como o conjunto de aplicações técnicas computadorizada para diminuir a necessidade de mão de obra humana, em qualquer processo ou atividade.

Porém, os robôs atuam por meio da inteligência artificial (IA), que permite a análise preditiva na advocacia. Além disso, o sistema é constituído com base em dados capazes de informar ao advogado dos melhores investimentos, implementar softwares de gestão e otimizar tarefas de menor complexidade.

Podemos mencionar como exemplo o robô Ross, construído pela IBM para trabalhar como se fosse um advogado humano: o software consegue realizar mais de 200 milhões de páginas de conteúdo na internet e armazenar em um banco de dados próprio.

robôs na advocacia

Como a inteligência artificial se insere na advocacia?

Antes de entender a atuação dos robôs na advocacia, é preciso se questionar quanto tempo você perde com:

Agora pense: esse tipo de atividade precisa ser executada por um profissional advogado, profissional extremamente qualificado e cuja mão de obra é mais cara? Evidentemente não, certo? Essa modalidade de trabalho não precisa ser realizada por um profissional da área.

Na verdade, ela pode ser feita por um robô. Afinal, a tecnologia desenvolveu ferramentas capazes de automatizar essas tarefas sem a interferência humana. Ou seja, não é preciso um profissional para a execução das atividades.

Aliás, não foi só o departamento jurídico que aplicou as vantagens tecnológicas. O segmento industrial, como uma empresa de tratamento de água, já consegue aplicar os benefícios da ciência.

O segredo dos robôs em escritórios de advocacia

Como notamos durante o post, os robôs são grandes influenciadores de otimização e aumento da produtividade. A tecnologia é a base para que os profissionais do ramo desenvolvam as suas atividades e diminuam o custo com mão de obra.

Aliás, isso tudo aconteceu por conta de algumas ferramentas de automação. E falaremos, então, sobre algumas das quais inserem robôs na advocacia.

1. Auxílio em peticionamento

O acúmulo de atividades na rotina de trabalho é composto, em geral, por causas repetitivas. Produção de peças processuais, atendimento a clientes, acompanhamento de intimações, peticionamento… Aliás, pelo menos 90% do volume de tarefas de um escritório de advocacia tem o peticionamento como base.

Diante desse cenário, o profissional perde muito tempo preenchendo manualmente a qualificação das partes, o endereçamento, a fundação legal e a jurisprudência necessária em cada petição.

No entanto, um bom software jurídico pode auxiliar o advogado apresentando modelos estratégicos, importando dados do banco de armazenamento para a petição, de modo a otimizar esse trabalho manual.

Embora não realize peticionamento, o SAJ ADV disponibiliza um editor de documentos que preenche, automaticamente, dados pré-cadastrados nas peças processuais. Além de evitar erros mecânicos, isto otimiza o tempo de produção e de posterior peticionamento.

2. Cadastro automático de processos

Outra atividade presente na rotina dos profissionais do ramo é o cadastro de processos no sistema. Essa tarefa até pode ser executada por um assistente administrativo. Contudo, este também acaba acaba perdendo muito tempo realizando cadastros.

Nesse sentido, não é necessário influenciar a rotina dos colaboradores. Afinal, alguns sistemas – nutrido apenas com o número do processo – pode acessar as informações disponibilizadas no portal do tribunal e preencher os campos automaticamente.

Ademais, um sistema jurídico online como o SAJ ADV permite que você cadastre seus processos em lote por meio da importação de planilhas ou pelo seu número da OAB.

Com esse cenário, o sistema contribui com a digitalização do nome das partes, de seus procuradores, a vara em que tramita o processo, entre outras variáveis, até mesmo o tipo de processo, como uma ação relacionada a um corte a laser, por exemplo.

3. Atualização de movimentação processual

A atualização de movimentação processual é uma tarefa extremamente burocrática e mecânica. Além do mais, essa atividade demanda muito tempo do profissional para manter o cuidado dos processos, principalmente considerando que vários não se encontram nos mesmos tribunais.

A tecnologia, entretanto, desenvolveu meios de simplificar o trabalho. Agora, o profissional não precisa buscar a constante atualização dos processos.

O próprio software jurídico faz com que as informações recentes cheguem até o advogado. 

E por meio do uso de robôs na advocacia, esses andamentos podem logo gerar tarefas e sugestões de modelos de peça. É o que acontece com a inteligência artificial do SAJ ADV, por exemplo.

4. Gestão de intimações

As intimações, se não forem bem administradas, podem gerar um grande problema na vida dos advogados. Às vezes, pode acontecer da intimação sair no nome de um advogado anterior, ou seja, que não acompanha mais o processo.

Em contrapartida, ela pode ser desenvolvida no nome do escritório ou também relacionadas a diversos profissionais. Por isso, o maior desafios dos advogados é fazer com que a informação chegue a quem precisa, eliminando as chances de ruídos.

É nesse momento que os robôs na advocacia se mostram ainda mais importantes. Eles procuram os dados disponibilizados pelos tribunais em busca das intimações, filtrando as pesquisas por nomes e números da OAB dos advogados responsáveis.

Dessa forma, os robôs conseguem coletar informações assertivas para a atribuição correta de dados nas intimações. Contudo, em outras áreas isso também acontece, como em uma indústria de uniforme nr10, por exemplo.

Robôs inteligentes: o futuro dos escritórios de advocacia

Os robôs estão cada vez mais presentes na advocacia, seja fazendo o cadastro de processos, auxiliando no peticionamento, atualizando a movimentação processual e automatizando processos e facilitando a tomada de decisões.

Estima-se que os escritórios que se adaptarem rapidamente a essa tecnologia, terão mais oportunidades de negócios no ramo jurídico no futuro.

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Escrito por:

‌Beatriz‌ ‌Barros,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌

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