Advogado individual X software jurídico: “ele é o meu patrão”

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O advogado Fernando Costa não lembra exatamente o dia em que abriu as portas do próprio escritório e deu início à carreira de advogado individual. Mas lembra da referência que marcou esse fato: a contratação de um software jurídico.

Foi a primeira coisa que eu fiz. Se perguntarem para a equipe de vendas do sistema em que data eu contratei, essa será o primeiro dia das atividades do meu escritório.

Quando decidiu sair do escritório de grande porte onde atuava para seguir a carreira solo, ele não teve dúvidas do primeiro investimento que faria. Mesmo que estivesse começando com zero. Ele conta que, apesar de não ter dinheiro suficiente no início do negócio, não tinha dúvidas de que um software era peça decisiva para ajudá-lo a crescer.

E havia aprendido isso na prática.

No escritório onde havia trabalhado, o software otimizava demais o trabalho burocrático. No entanto, estava hospedado em um sistema offline. E os reflexos disso apareciam no dia a dia.

Quando estava na rua, por exemplo, e passava em frente a um Fórum onde poderia aproveitar para despachar com o juiz, não tinha o número do processo. Se tinha o número do processo, não lembrava a Vara. Se sabia a Vara, não lembrava qual era o objeto exato da demanda. Então, percebeu que estava dependente demais do computador e do próprio escritório. Ou, então, da sala da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) dentro dos Fóruns.

A sala da OAB ajuda o advogado justamente nessas horas, mas não dá para ficar dependente dela. Enquanto se procura o número de um processo, ou algum dado da demanda, eu poderia estar indo de gabinete em gabinete resolver as pendências. Não dava mais. A advocacia é completamente diferente quando o tempo está a nosso favor. 

De associado a advogado individual

Fernando sempre quis ser um advogado individual. Quando terminou a faculdade, há oito anos, fez um planejamento de carreira que, em meio às reviravoltas da vida, buscou seguir da forma como deu. Então, trabalhou quatro anos em um grande escritório de advocacia, aprendeu o que precisava sobre a rotina jurídica, fez networking jurídico, esteve à frente de processos importantes e, então, seguiu seu próprio destino. 

Primeiro trabalhou de casa, como advogado home office e em parceria com uma amiga. Depois, associou-se a outro colega em um escritório de bairro no Norte da Ilha de Santa Catarina, que era o seu objetivo inicial. A primeira coisa que fez foi sugerir o uso do software. Mas o sócio foi resistente.

Ele dizia que era jogar dinheiro fora. Que era algo totalmente desnecessário.

Por seis meses, então, os dois utilizaram um software jurídico gratuito, baixado da internet, mas que era limitado por estar hospedado em um sistema offline. Foi a única forma que ele encontrou de convencer o sócio a utilizá-lo. A sociedade, no entanto, durou seis meses.

Depois disso, quando o sócio foi embora, Fernando assumiu sozinho o escritório físico onde os dois atuavam.  O local era bucólico: um bairro no estilo de interior, quase rural, dentro da Capital catarinense. Era tudo que ele queria.

Nasci para ser advogado de gente pobre. Eu gosto disso. Estou aqui hoje, num escritório pequeno, trabalhando sozinho e me sinto realizado. Trabalho para alcançar a minha meta: ser o melhor advogado individual de bairro da região norte da cidade.



Hoje, Fernando acumula 200 processos, que movimenta sozinho. Há dois anos, ele se dedica especialmente a questões cíveis, de posse e análise de risco, por exemplo, devido à característica do bairro onde atua. Isso exigiu dele mais conhecimento e o levou a se especializar em Direito Imobiliário.

A escolha do software jurídico para o novo escritório

Quando o sócio foi embora, Fernando não teve dúvidas. Quase que imediatamente saiu em busca de um software online, onde pudesse armazenar seus dados na nuvem e acessar de qualquer lugar, inclusive do celular. Descobriu, então, o SAJ ADV. E optou por ele por, basicamente, três motivos.

O primeiro porque conhecia a Softplan, empresa que está por trás do SAJ ADV e que também assina os softwares de alguns tribunais do país. Portanto, sentiu-se seguro em apostar em uma empresa que sabia que não o deixaria na mão. 

Além disso, ele também buscou respeitar uma premissa de vida sua, algo pessoal. Como é ligado em consumo consciente e no fomento da economia local, ele gostou de saber que o software era desenvolvido na cidade onde nasceu e onde atua profissionalmente. Ele sente-se bem quando sabe que ajuda a gerar empregos e contribui com a própria cidade. Foi o segundo motivo.

Por fim, quis optar por um software que estivesse em constante atualização e aprimoramento. E, mais do que isso, estivesse de portas abertas para as dúvidas, solicitações e intervenções do advogado. E é exatamente o que o SAJ ADV faz. Boa parte das novas funcionalidades implantadas é proveniente de sugestões e orientações dadas por advogados.

Além disso, durante os estudos e pesquisas que antecedem o lançamento de um novo recurso, todos os testes e experimentos são feitos por advogados. A novidade só é incorporada ao software a partir do momento em que todas as impressões e avaliações são validadas e aprovadas por eles.

Sistema serve como ferramenta de marketing para o escritório

O uso de um software jurídico no escritório não serve apenas para otimizar as tarefas e servir como apoio à rotina jurídica de Fernando. Ele também ajuda a fazer marketing jurídico do escritório e, assim, fortalecer o nome dele como advogado na região.

Toda vez que um cliente o procura, Fernando não só explica a situação jurídica, como também expõe a maneira como trabalha. Ele mostra o software ao cliente e o faz entender o quanto aquela ferramenta ajuda a profissionalizar o seu trabalho. Tenta, com isso, ser o mais transparente possível, em contradição aos profissionais antiéticos que costumam atuar em massa nos bairros mais afastados do Centro. 

Os processos e os horários de compromissos são o meu instrumento de trabalho. É inadmissível que eles não estejam comigo. Eu não posso perder uma oportunidade de conversar com o assessor de um juiz e ver o processo movimentar no dia seguinte, por exemplo. É agilidade do trabalho é requisito para o advogado hoje. 

Para ele, o uso de um software torna o seu trabalho ainda mais profissional. Ele não quer passar a impressão de desorganização ao cliente, por exemplo. E, portanto, não admite ter que abrir gavetas cheias de papéis na frente dele para procurar documentos ou alguma anotação.

Com um software jurídico, ele já faz tudo isso no próprio sistema, durante a conversa com o cliente. Não há, portanto, risco algum de perder, nem de extraviar nada. Muito menos, de deixar para depois e acumular uma tarefa desnecessária.

Embora eu trabalhe sozinho, o SAJ ADV é o meu patrão. É ele que diz o que é prioridade na semana e o que devo fazer naquele dia. O meu dia, hoje, começa e termina com o acesso ao software. Sinto segurança assim e sei que vou para casa sem ter esquecido ou deixado nada para trás. Investir em um sistema assim não é um luxo, como acreditava o meu antigo sócio e como pensa boa parte dos advogados. É uma necessidade.

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2 Comentários

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